Wrexham derruba o Nottingham Forest nos pênaltis e escreve novo capítulo de conto de fadas na FA Cup
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6 min de leiturapor Fresh Feeds AI

Wrexham derruba o Nottingham Forest nos pênaltis e escreve novo capítulo de conto de fadas na FA Cup

Wrexham elimina o Nottingham Forest nos pênaltis em um 3 a 3 épico na FA Cup, reforça conto de fadas sob comando de Ryan Reynolds e ganha destaque global.

O Wrexham voltou a viver uma noite histórica de Copa ao eliminar o Nottingham Forest, time da Premier League, nos pênaltis, após um empate por 3 a 3 no tempo normal e na prorrogação, avançando à quarta fase da FA Cup em um jogo eletrizante no STōK Cae Ras, no País de Gales.[1][3][5]

O confronto, válido pela terceira fase da competição, marcou a primeira vitória do Wrexham sobre um adversário da Premier League em 26 anos, desde o triunfo sobre o Middlesbrough em 1999, também na terceira rodada da FA Cup.[1] O resultado reforça a trajetória meteórica do clube galês, que conquistou três acessos consecutivos até chegar ao Championship e hoje briga na metade de cima da segunda divisão inglesa.[1][3]

Empurrado por casa cheia e sob os olhares do coproprietário Ryan Reynolds, o Wrexham abriu 2 a 0 ainda no primeiro tempo, com gols de Liberato Cacace e Ollie Rathbone, marcando em um intervalo de apenas três minutos.[2][3][5] No segundo tempo, o Forest reagiu com um gol de cabeça de Igor Jesus, mas o zagueiro Dominic Hyam voltou a ampliar para 3 a 1 em outro cabeceio dentro da área.[2][3][5]

Quando o cenário parecia controlado para o time galês, o Nottingham Forest mostrou força de elenco. O técnico Sean Dyche lançou mão do banco no intervalo, colocando nomes como Neco Williams, Morgan Gibbs-White e Nicolás Domínguez, o que mudou a dinâmica da partida e aumentou a pressão da equipe da Premier League.[1][5] A reação se concretizou com dois gols do ponta Callum Hudson-Odoi, aos 76 e aos 89 minutos, levando o duelo à prorrogação com o 3 a 3 no placar.[2][3][5]

Na prorrogação, ambos os times criaram chances, mas pararam nos goleiros Matz Sels, pelo Forest, e Arthur Okonkwo, pelo Wrexham.[1][5] Sem novo gol em 30 minutos adicionais, a vaga foi decidida na marca da cal. Nas penalidades, o Wrexham venceu por 4 a 3, graças a duas defesas de Arthur Okonkwo, que pegou as cobranças de Igor Jesus e Omari Hutchinson e se tornou o grande herói da classificação.[1][3][4][5]

Okonkwo, emprestado pelo Arsenal em temporadas recentes de sua carreira, destacou após o jogo o trabalho de análise da comissão técnica para se preparar para os batedores do Forest, ressaltando que estudou os adversários antes da partida.[4] Ao falar com a imprensa, ele disse que a mensagem do técnico Phil Parkinson sobre a história do clube e sua tradição de superar favoritos foi fundamental para a confiança do elenco.[2][3]

O técnico Phil Parkinson classificou a vitória como “especial” e um novo marco na ascensão recente do Wrexham.[2] Ele enfatizou o peso de eliminar um semifinalista da última edição da FA Cup, lembrando que o Forest havia avançado até o top-4 do torneio na temporada anterior, sustentado por boas campanhas em disputas de mata-mata e desempenho forte em disputas de pênaltis.[2][5] Desta vez, porém, foi o Wrexham que se impôs na loteria das penalidades.[5]

A presença de Ryan Reynolds em mais um momento histórico também voltou a atrair holofotes internacionais para o clube. Desde que ele e o ator Rob McElhenney assumiram o controle em 2021, o Wrexham deixou o futebol semiprofissional, alcançou o retorno à Football League, em seguida subiu para a League One, e depois para o Championship, acumulando três promoções consecutivas.[2][3] O roteiro reforça a narrativa de “conto de fadas moderno” que tornou o clube queridinho de torcedores ao redor do mundo e tema constante nas redes sociais.

Do lado do Nottingham Forest, a eliminação representa uma frustração importante. Dyche optou por rodar o elenco, fazendo oito mudanças em relação ao time que havia vencido o West Ham pela Premier League, deixando alguns titulares no banco e preservando jogadores como Kieffer Moore, ainda em recuperação física.[1] Apesar da reação no segundo tempo e da força ofensiva mostrada por Hudson-Odoi, a equipe não conseguiu evitar a queda logo na estreia nesta edição da FA Cup.[1][3]

A classificação do Wrexham garante ao clube mais visibilidade, receita extra de premiações e bilheteria, além da possibilidade de enfrentar novamente um gigante da elite inglesa na próxima fase.[3][5] Para um público no Brasil cada vez mais atento ao futebol inglês em todas as divisões, o duelo contra o Nottingham Forest ganha destaque não só pelo “peso da camisa” dos visitantes — bicampeões europeus no fim dos anos 1970 — mas também pela narrativa de superação de um clube que saiu do quase anonimato para competir de igual para igual com times da Premier League.

Nas redes sociais, a combinação “Wrexham x Nottingham Forest” rapidamente se tornou tendência, impulsionada por clipes dos gols, das defesas de Okonkwo e pela reação de Reynolds e McElhenney nas arquibancadas.[2][3][6][7] Vídeos do momento da defesa do último pênalti e da festa no gramado e nas arquibancadas circularam amplamente, ampliando ainda mais o alcance global da façanha galesa.

Com a vaga garantida na quarta fase e embalado por uma sequência de cinco vitórias consecutivas em todas as competições, o Wrexham volta agora o foco para a disputa do Championship, onde segue próximo da zona de playoffs de acesso à Premier League.[1][2][3] A vitória sobre o Forest alimenta o sonho de que o roteiro hollywoodiano pode ganhar um novo capítulo: não só surpreender gigantes em mata-mata, mas, em um futuro próximo, enfrentá-los de igual para igual como rival direto na primeira divisão.

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#futebol inglês#FA Cup#Wrexham#Nottingham Forest#Ryan Reynolds

Fontes:

www.espn.com

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www.independent.co.uk

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