
Salário Mínimo 2026: Novo Valor de R$ 1.621 Já Está em Vigor – Entenda o Reajuste!
O novo salário mínimo nacional de R$ 1.621 entrou em vigor a partir de 1º de janeiro de 2026, representando um reajuste de 6,79% ou R$ 103 em relação ao valor anterior de R$ 1.518[1][2][3].
O decreto oficializando o aumento foi publicado no Diário Oficial da União, assinado pelo presidente Lula, confirmando a medida após cálculos baseados na inflação acumulada pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) de 4,18% nos 12 meses até novembro de 2025, somada ao ganho real limitado pela regra do arcabouço fiscal[1][2][3].
De acordo com o Ministério do Planejamento e Orçamento, o crescimento do PIB de 2024, revisado pelo IBGE para 3,4%, poderia justificar um valor maior, próximo a R$ 1.636, mas o arcabouço fiscal restringe o ganho real acima da inflação a no máximo 2,5%, resultando no arredondamento para R$ 1.621[2][3].
Esse reajuste impacta diretamente milhões de trabalhadores que recebem o piso salarial ou múltiplos dele, além de benefícios como aposentadorias mínimas, pensões por morte, seguro-desemprego, abono salarial e o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Os pagamentos desses benefícios serão atualizados automaticamente, com reflexos nos contracheques a partir de fevereiro[2][3][4].
A medida busca preservar o poder de compra dos mais vulneráveis diante da inflação, embora limitada pelas regras fiscais para controle dos gastos públicos. Economistas destacam que, sem a restrição do arcabouço, o valor poderia ser superior, mas a decisão equilibra responsabilidade fiscal e proteção social[3].
Para empregadores, o aumento eleva custos trabalhistas, especialmente em setores intensivos em mão de obra de baixa qualificação, podendo influenciar contratações e preços de produtos e serviços[3].
O salário mínimo continua sendo um termômetro da política econômica brasileira, refletindo o compromisso do governo com a valorização do trabalho em meio a desafios fiscais[1][4].
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Fontes:
www.youtube.com
agenciabrasil.ebc.com.br
g1.globo.com
veja.abril.com.br