Charlton x Chelsea: goleada marca início perfeito da era Rosenior na Copa da Inglaterra
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6 min de leiturapor Fresh Feeds AI

Charlton x Chelsea: goleada marca início perfeito da era Rosenior na Copa da Inglaterra

Chelsea goleia Charlton por 5 a 1 na FA Cup, estreia ideal para Liam Rosenior, com time alternativo, domínio do jogo e vaga garantida na quarta fase.

Chelsea não poderia ter pedido um começo melhor sob o comando de Liam Rosenior. Em seu primeiro jogo à frente dos Blues, o técnico viu um time alternativo golear o Charlton Athletic por 5 a 1, fora de casa, e garantir vaga na quarta fase da FA Cup no duelo disputado no estádio The Valley.

O placar elástico ganhou ainda mais destaque pelo contexto: elenco muito rodado, vários jogadores pouco utilizados na reta final da era Enzo Maresca e forte pressão para um recomeço convincente. Mesmo assim, o Chelsea mostrou controle, intensidade e qualidade técnica, elementos que alimentam a expectativa de reação na temporada.

O Charlton, que contou com apoio maciço de sua torcida, chegou a equilibrar o confronto em boa parte do primeiro tempo e ainda marcou o seu gol na etapa final, mas não conseguiu segurar a força ofensiva e a profundidade de elenco do adversário.

Primeiro tempo: domínio, chances e um golaço no fim

Desde o início, o Chelsea tomou a iniciativa, acumulando posse de bola e finalizações, mas parando em boas defesas do goleiro Will Mannion, que salvou o Charlton em diferentes momentos da primeira etapa.[2] Os Blues tiveram cerca de 80% de posse até o intervalo, criando diversas meias-chances, principalmente com jovens e reservas em busca de espaço no elenco principal.[2]

Quando o 0 a 0 parecia inevitável até o intervalo, surgiu o primeiro grande momento da noite. Já nos acréscimos do primeiro tempo, o zagueiro Jorrel Hato, que ainda não havia balançado as redes pelo Chelsea, aproveitou bola que sobrou na área e acertou um lindo voleio para fazer 1 a 0.[1][2] Além de abrir o placar, o gol representou simbolicamente a força do elenco alternativo escolhido por Rosenior.

Reação rápida e virada de chave após o empate do Charlton

O segundo tempo começou em ritmo intenso. Logo nos primeiros minutos, o defensor Tosin Adarabioyo ampliou para o Chelsea, fazendo 2 a 0 e deixando a equipe em situação confortável.[1][3] O cenário, porém, mudou momentaneamente quando Miles Leaburn descontou para o Charlton, aos 57 minutos, reacendendo a esperança da torcida da casa e reduzindo o placar para 2 a 1.[1][3]

O gol do Charlton testou uma das fragilidades recentes do Chelsea: a capacidade de reagir diante da adversidade. Nesta partida, porém, a resposta foi imediata e contundente.[2] Pouco depois do 2 a 1, Marc Guiu apareceu bem na área para aproveitar rebote após defesa de Mannion e fez o terceiro gol dos Blues, aos 62 minutos, praticamente matando a reação dos anfitriões.[1][2][3]

Show ofensivo no fim: Neto e Enzo fecham a goleada

Com 3 a 1 no placar, o Chelsea passou a controlar o jogo com ainda mais tranquilidade, e Rosenior aproveitou para dar rodagem ao elenco com substituições que mantiveram o nível de desempenho alto. O Charlton continuou tentando responder em contra-ataques e bolas longas, mas esbarrou na superioridade técnica e física dos visitantes.

Nos acréscimos, o placar se transformou em goleada. Primeiro, Pedro Neto marcou o quarto gol, aos 91 minutos, coroando a atuação ofensiva da equipe na reta final.[1][3] Pouco depois, já aos 94, Enzo Fernández converteu cobrança de pênalti com categoria, fechando o placar em 5 a 1.[1][3] O meia argentino, um dos nomes mais importantes do elenco, deu o toque final de autoridade em uma noite que teve cara de recomeço para o clube de Londres.

Estatísticas e superioridade dos Blues

Os números ajudam a explicar o tamanho da superioridade do Chelsea na partida. Segundo dados da imprensa inglesa, os Blues dominaram amplamente a posse de bola, especialmente no primeiro tempo, e criaram o maior número de finalizações perigosas.[2][3] O Charlton, por sua vez, conseguiu competir em momentos específicos, sobretudo antes do intervalo e na sequência do gol de Leaburn, mas não teve consistência defensiva para segurar o volume ofensivo adversário.

Além dos cinco gols marcados, o Chelsea ainda viu seu goleiro trabalhar pouco, reflexo de uma atuação sólida do sistema defensivo e da capacidade do time de recuperar a bola rapidamente no campo de ataque.

Liam Rosenior começa com moral e fala em “mais por vir”

Para Liam Rosenior, recém-chegado ao comando técnico, o duelo contra o Charlton funcionou como uma espécie de laboratório de luxo: ele pôde observar jogadores pouco utilizados, testar dinâmicas ofensivas e, ao mesmo tempo, garantir um resultado decisivo em mata-mata.[2][5]

Após o jogo, o treinador destacou o desempenho da chamada “segunda linha” do elenco e indicou que vê potencial de crescimento significativo, reforçando que a goleada é apenas o começo de um trabalho que pretende dar ao Chelsea uma identidade mais estável e competitiva em todas as competições.[2][5]

Projeção: confiança em alta para a sequência da temporada

Com a vaga na quarta fase da FA Cup assegurada, o Chelsea ganha não apenas tempo no torneio, mas, principalmente, moral para os próximos desafios em calendário apertado. A goleada fora de casa tende a aliviar parte da pressão recente, ao mesmo tempo em que aumenta a expectativa da torcida por atuações mais consistentes na liga e em outras competições de mata-mata.

Para o torcedor brasileiro que acompanha de perto o futebol europeu, o duelo Charlton x Chelsea deixa algumas mensagens claras: a base e o elenco alternativo dos Blues têm qualidade real, Enzo Fernández segue como peça-chave no meio-campo, e a chegada de Rosenior abre um novo capítulo em que desempenho e resultados começam, ao menos por este primeiro capítulo, a caminhar juntos.

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Fontes:

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