Burnley segura reação do United em jogo caótico de estreia de Darren Fletcher
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•5 min read•by Fresh Feeds AI

Burnley segura reação do United em jogo caótico de estreia de Darren Fletcher

Burnley reage e arranca empate em 2 a 2 com o Manchester United em Turf Moor, na estreia de Darren Fletcher como técnico interino, apesar de dois gols de Benjamin Sesko.

O duelo entre Burnley e Manchester United terminou em 2 a 2 em Turf Moor e marcou o início turbulento da era pós-Rúben Amorim em Old Trafford, com Darren Fletcher assumindo como técnico interino e vendo sua equipe desperdiçar a chance de encostar na zona de Champions League da Premier League.[1][3][7]

Os donos da casa saíram na frente logo aos 13 minutos, quando um cruzamento de Bashir Humphreys desviou em Ayden Heaven e encobriu o goleiro Senne Lammens, resultando em um gol contra que deu vantagem ao Burnley sem que o time sequer finalizasse na direção do gol no primeiro tempo.[3][6]

O United respondeu com enorme volume ofensivo ainda antes do intervalo: foram várias chances claras, com Benjamin Sesko parando em boas defesas de Martin Dubravka e a defesa clarete salvando bolas em cima da linha; um gol de Lisandro Martínez chegou a ser anulado, mantendo o 1 a 0 para o Burnley na ida para o vestiário.[5][6]

Na etapa final, a pressão dos visitantes finalmente se traduziu em gols. Logo aos cinco minutos após o reinício, Bruno Fernandes – capitão em seu retorno de lesão – encontrou Sesko com um passe em profundidade, e o esloveno finalizou com categoria para empatar a partida, anotando seu terceiro gol na Premier League 2025/26.[3][5][6]

O próprio Sesko virou o placar pouco depois, aos 60 minutos, concluindo com calma um cruzamento preciso de Patrick Dorgu vindo da esquerda. O centroavante chegou ao seu quarto gol na liga, sendo eleito o melhor em campo por veículos ingleses pela frieza nas finalizações e pela influência no ataque do United.[3][5][6]

Quando parecia que o United encaminharia uma vitória importante para a tabela, o Burnley reagiu. Aos 66 minutos, o técnico Scott Parker lançou Jaidon Anthony do banco, e o atacante respondeu com um golaço: recebeu pela esquerda, cortou para dentro e acertou o ângulo esquerdo de Lammens, sem chance para o goleiro, fazendo 2 a 2 e inflamando a torcida em Turf Moor.[1][3][6][7]

Nos minutos finais, Fletcher lançou mão de jovens e retornados de lesão. Mason Mount e Kobbie Mainoo entraram para ganhar ritmo, enquanto o garoto Shea Lacey quase se tornou herói nos acréscimos ao acertar um potente chute de fora da área que explodiu no travessão, na melhor chance do United para evitar o terceiro empate consecutivo na Premier League.[3][5][6]

Apesar dos 30 chutes registrados pelos Red Devils ao longo do jogo, a defesa do Burnley resistiu sob forte pressão, com cortes em cima da linha e intervenções importantes de Dubravka, garantindo um ponto que, mesmo mantendo a sequência de 12 partidas sem vitória na liga, é visto como resultado positivo para um time que luta contra o rebaixamento.[3][5][6][7]

Na classificação, o empate deixa o Manchester United em sexto lugar, com 32 pontos após 21 jogos, dois a menos que o Liverpool, quarto colocado, que ainda tem partida a disputar na rodada. A equipe de Fletcher soma agora três empates seguidos na Premier League – contra Wolves, Leeds e Burnley – e volta a ver suas aspirações de Champions League sob pressão.[1][3][4][6]

O Burnley, por sua vez, permanece na 19ª posição, com 13 pontos e oito atrás do Nottingham Forest, primeiro time fora da zona de rebaixamento, mas ganha ânimo ao mostrar capacidade de reação contra um gigante em meio à sua própria crise técnica e estrutural.[1][3][4]

Fora de campo, o clima no United também foi tema do jogo: torcedores exibiram uma faixa com a mensagem “Jim can’t fix this”, em referência ao coproprietário Jim Ratcliffe, refletindo a insatisfação com o momento do clube e a turbulenta saída de Rúben Amorim após apenas 14 meses no cargo.[1][7]

Enquanto o Burnley volta atenções provisoriamente para a Copa da Inglaterra, onde enfrentará o Millwall em casa, o United precisa transformar o volume ofensivo em vitórias para não se distanciar ainda mais da briga pelas vagas europeias e para dar estabilidade ao período de transição sob o comando de Darren Fletcher.[3]

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Sources:

www.espn.com.au

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